sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Piso 2 invade V Corrida SLB

Vários foram os representantes do Piso 2 que marcaram presença na V Corrida do Sport Lisboa e Benfica. Uma manhã chuvosa não assustou os atletas nefrológicos, que percorreram 10 Km (alguns 8, outros 3) pelas ruas de Lisboa que conduzem à bela Catedral. De salientar a atleta Drª Célia Gil que percorreu 10 Km em 54 minutos, deixando os outros participantes do piso para trás.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Como se tornou um assunto de debate no serviço...
Aqui fica a prova de que o campo estava realmente inclinado.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
A lata dos enfermeiros segundo o xôr Raposo
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
Os enfermeiros marcaram umas férias, perdão, uma greve de quatro dias. Porquê? Não se percebe. Mas fica a ideia de que querem ganhar mais do que os médicos.
I. A lata dos enfermeiros continua . Para começar, uma greve séria não tem quatro dias. Uma greve séria não é marcada para os quatro dias imediatamente anteriores ao feriado da Páscoa. Assim, até parece que os senhores enfermeiros marcaram umas férias antecipadas. Caro enfermeiro, se não quer ser confundido com o lobo, não lhe vista a pele.
II. Fazer reivindicações sem sentido é o desporto do nosso sindicalismo. Os enfermeiros não são excepção. Agora, Suas Excelências querem ganhar 1200 euros logo no início de carreira. Não se percebe porquê. Em primeiro lugar, um licenciado na função pública não pode ganhar 1200 logo à partida (se ganhar, o país enlouqueceu mesmo). Em segundo lugar, se ganhar 1200 euros, um enfermeiro fica a ganhar quase tanto como um médico em início de carreira. E, lamento, isso não faz sentido.
III. A diferença entre os 1500 euros do jovem médico e os 1000 euros do jovem enfermeiro é a diferença justa. Aliás, parece-me que já beneficia, e muito, o enfermeiro. Porque a responsabilidade do médico é, obviamente, superior à do enfermeiro. Dentro do hospital, o médico é superior ao enfermeiro. Lamento, mas as coisas são assim, por mais lógicas corporativas que os enfermeiros invoquem. O corporativismo sindical não pode abolir as óbvias diferenças técnicas e de responsabilidade que existem dentro de um hospital.
IV. Quando se fala com os enfermeiros, parece existir sempre uma espécie de ressentimento "classista" contra os médicos. É como se os enfermeiros estivessem a gritar contra os médicos: "olhem, olhem, nós agora também somos licenciados, e sabemos tanto como vocês". Será por isso que os enfermeiros não fazem o trabalho "sujo" nos hospitais? Será por isso que tem de haver aquele batalhão de auxiliares para as tarefas sujas e simples? O dr. enfermeiro já é demasiado fino para limpar o rabo aos velhinhos? É isso?
A minha pergunta é: O que fazemos a este ser, que se diz ser jornalista??
Os enfermeiros marcaram umas férias, perdão, uma greve de quatro dias. Porquê? Não se percebe. Mas fica a ideia de que querem ganhar mais do que os médicos.
I. A lata dos enfermeiros continua . Para começar, uma greve séria não tem quatro dias. Uma greve séria não é marcada para os quatro dias imediatamente anteriores ao feriado da Páscoa. Assim, até parece que os senhores enfermeiros marcaram umas férias antecipadas. Caro enfermeiro, se não quer ser confundido com o lobo, não lhe vista a pele.
II. Fazer reivindicações sem sentido é o desporto do nosso sindicalismo. Os enfermeiros não são excepção. Agora, Suas Excelências querem ganhar 1200 euros logo no início de carreira. Não se percebe porquê. Em primeiro lugar, um licenciado na função pública não pode ganhar 1200 logo à partida (se ganhar, o país enlouqueceu mesmo). Em segundo lugar, se ganhar 1200 euros, um enfermeiro fica a ganhar quase tanto como um médico em início de carreira. E, lamento, isso não faz sentido.
III. A diferença entre os 1500 euros do jovem médico e os 1000 euros do jovem enfermeiro é a diferença justa. Aliás, parece-me que já beneficia, e muito, o enfermeiro. Porque a responsabilidade do médico é, obviamente, superior à do enfermeiro. Dentro do hospital, o médico é superior ao enfermeiro. Lamento, mas as coisas são assim, por mais lógicas corporativas que os enfermeiros invoquem. O corporativismo sindical não pode abolir as óbvias diferenças técnicas e de responsabilidade que existem dentro de um hospital.
IV. Quando se fala com os enfermeiros, parece existir sempre uma espécie de ressentimento "classista" contra os médicos. É como se os enfermeiros estivessem a gritar contra os médicos: "olhem, olhem, nós agora também somos licenciados, e sabemos tanto como vocês". Será por isso que os enfermeiros não fazem o trabalho "sujo" nos hospitais? Será por isso que tem de haver aquele batalhão de auxiliares para as tarefas sujas e simples? O dr. enfermeiro já é demasiado fino para limpar o rabo aos velhinhos? É isso?
A minha pergunta é: O que fazemos a este ser, que se diz ser jornalista??
quinta-feira, 1 de abril de 2010

No Piso 2 já não se escrevem notas, "clicka-se nas mesmas"! Passado o período de adaptação, a equipa de enfermagem tornou-se fã deste método pelo que adoptou uma nova linguagem, diga-se a linguagem cipe, esta equipa agora optimiza fraldas, catéteres, vestuário e roupas da cama o mais possível, promove a escuta activa e apoia o doente e família em todos os momentos, tudo à distância de um click!
Quem sofre é o rato...!
Piso 2 adquirido pela Fly Emirates

A companhia aérea Fly Emirates do Médio Oriente decidiu investir na área da saúde em Portugal, adquirindo o Piso 2 por 43 Milhões de Euros. Esta empresa, propriedade do sheik Ahmed bin Sae-ed Al Maktoum, irá investir largos milhões de euros para tornar o serviço de Nefrologia a principal referência mundial nesta área. Vários profissionais irão assinar contrato nos próximos dias com a finalidade de enriquecerem a equipa multidisciplinar do Piso. Nomes como: o actor Hugh Laurie, dr. Oz (médico da Oprah), Rodolfo Moura (enfermeiro ex-Benfica), Casillas e Drogba (para darem um pézinho às segundas no pavilhão), entre outros. Até os doente serão dos melhores do mundo, prevendo-se um investimento de cerca de 20 milhões para os convencer a serem internados no Piso "Fly Emirates" 2.
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